5 de novembro de 2017

Petrobras aumenta mais uma vez gás de cozinha

Os preços do gás de cozinha para uso residencial em botijões de até 13 kg (GLP P-13), vão aumentar em 4,5% nas refinarias, em média, a partir da 0h de domingo (5). Segundo a companhia, a causa principal do reajuste é a “alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no hemisfério norte”. Ainda conforme a companhia, a variação do câmbio também contribuiu para a necessidade do aumento.A Petrobras informou que a elevação foi aplicada sobre os preços praticados nas refinarias sem incidência de tributos. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço para o consumidor dependerá de cada distribuidora e revendedora.Pelos cálculos da companhia, se a alta for repassada integralmente aos preços finais, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2%, cerca de R$ 1,21 por botijão, caso sejam mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.  De acordo com a Petrobras, o reajuste acompanha a política de preços divulgada no início de junho. O último aumento entrou em vigor no dia 11 de outubro deste ano. A alteração valerá a partir de domingo não se aplica ao gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado a uso industrial e comercial.(ABr)

3 de novembro de 2017

Alagoas é o pior lugar para jovem viver bem

O Estado de Alagoas tem as piores condições para os jovens viverem bem no Brasil. Esta é a conclusão do levantamento da consultoria Macroplan, que considerou dados de 2015, primeiro ano do governo de Renan Filho (PMDB). Alagoas obteve o pior Índice dos Desafios da Gestão Estadual (IDGE) para a Juventude do ranking, com 0,184, na escala que vai de 0 a 1, no qual quanto mais próximo de zero, pior é a condição para a juventude. O IDGE avaliou a situação da juventude em todos os estados brasileiros sob três indicadores diferentes: quantidade de jovens com ensino superior completo, gravidez precoce e proporção de jovens que não estudam, não trabalham e não procuram emprego, grupo conhecido como “juventude nem, nem, nem”. Em 2015, Alagoas teve índice de 23,9% de jovens “nem, nem, nem”, sem estudar, trabalhar nem procurar emprego. Enquanto a média nacional é de 14,3% e Santa Catarina tem o melhor índice neste item, com 9%. Quanto à gravidez precoce, além de obter o pior índice, de 24,4%, Alagoas teve a maior variação, com crescimento de 6,3 pontos percentuais entre 2014 e 2015, e de 6,6 pontos na última década. A média nacional é de 12,3% de jovens com gravidez precoce.No outro requisito que mede a qualidade de vida da juventude alagoana, o Estado é o 22º em número de jovens com ensino superior completo. O ranking divulgado no último domingo (30), pelo EXAME.com considerou o Distrito Federal como o local em que os jovens brasileiros encontram as melhores condições para viver bem, com indicador de 0,933. E outros cinco estados também apresentaram resultados positivos, com IDGE superior a 0,675: Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro. Foto Alexandre Borges. Fonte. Agência Brasil